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10.01.2008

Poema de Manuel Feliciano

Há uma mulher à minha espera
Num barco de nuvem
De lança de aurora e de núpcias
Metafísica de longínquos cabelos de seda
E um cavalo azul atravessa o céu
De líquidos dedos e sons aromáticos
Por detrás das rosas com bocas de carne
Oh ânsia de um Deus vivo
Oh natureza sensorial respira
E diz palavras para que todos oiçam
Oh carros e máquinas assassinas
Fiquem humanos
Oh homens sejam carros nessas ruas
Metalizai o vosso ego e orgulho
Pelo menos um cão
Nesses Lassos olhos como a noite
Ladre a podridão
Nesses ferros, nessas prisões
Que a inteligência humana pariu
Um rato no esgoto não queira ser homem!


Manuel feliciano

8.13.2008

Biografia

Manuel Luís Feliciano nasceu em Vilar de Barro – concelho de Resende, a 20 de Dezembro de 1975. Licenciou-se na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, na qual concluiu o curso de Línguas e Literaturas Modernas – Variante Estudos Portugueses e Franceses a 3 de Novembro de 2005.
Começou a publicar os primeiros poemas no Jornal Voz De Lamego na coluna de poesia. Publicou o primeiro livro “Pedaços de gente em mim” numa edição camarária e “Palavras em Guerra” pela papiro Editora, ambos foram apoiados pela Câmara Municipal de Resende. Alguém que goste de poesia e queira patrocinar o meu 3 livro que já se encontra feito, deixo o meu contacto de e-mail:



manuel.feliciano@sapo.pt

7.05.2008

Uma edição da Papiro Editora

Palavras em Guerra é um livro de poesia editado pela Papiro editora da autoria de Manuel Feliciano. Este conjunto de poemas tem o intento de consciencializar o leitor para assuntos que afectam a nossa sociedade, tais como a fome, a discriminação, a falsa moralidade e o preconceito.
A questão que se coloca, é afinal, que espécie de animal somos nós?


Manuel Feliciano