10.04.2008

Comentários à minha poesia

A las 12:42am en el October 4th, 2008, Tania Alegria dijo…
Olá, amigo Manuel Feliciano! Fui bisbilhotar no teu perfil porque apesar de te saber português escreves como os brasileiros. E não me enganei.O teu poema é muito sugestivo, construido com imagens fortes e expressivas. Tens o que dizer e sabes como dizê-lo em versos. Foi um prazer ler-te.Um abraço amigo.

Opiniões sobre a minha poesia

A las 12:42am en el October 4th, 2008, Tania Alegria dijo…
Olá, amigo Manuel Feliciano! Fui bisbilhotar no teu perfil porque apesar de te saber português escreves como os brasileiros. E não me enganei.O teu poema é muito sugestivo, construido com imagens fortes e expressivas. Tens o que dizer e sabes como dizê-lo em versos. Foi um prazer ler-te.Um abraço amigo.

10.01.2008

Poema de Manuel Feliciano

Há uma mulher à minha espera
Num barco de nuvem
De lança de aurora e de núpcias
Metafísica de longínquos cabelos de seda
E um cavalo azul atravessa o céu
De líquidos dedos e sons aromáticos
Por detrás das rosas com bocas de carne
Oh ânsia de um Deus vivo
Oh natureza sensorial respira
E diz palavras para que todos oiçam
Oh carros e máquinas assassinas
Fiquem humanos
Oh homens sejam carros nessas ruas
Metalizai o vosso ego e orgulho
Pelo menos um cão
Nesses Lassos olhos como a noite
Ladre a podridão
Nesses ferros, nessas prisões
Que a inteligência humana pariu
Um rato no esgoto não queira ser homem!


Manuel feliciano

PRIMAVERA ETERNA PRIMAVERA

PRIMAVERA ETERNA PRIMAVERA


Gloria Dávila Espinoza








Recorro tus espacios en átomos y ADN y células


Escarbando ojos en el silencio, susurrando en tus paraísos


Voy convulsa a tu hermosa piel de nácar vestida de miel


Y por saberte mi amada eterna.





Y atreviéndome a más no poder


te grito desde mi aorta para decirte que sois y serás


mi catarata de naipes repletas de verde plumaje azul flora


y encandilando auroras una eternidad en simbiosis de paz.





Se dibujarán entonces los colores


colores todos, las noches todas, las mañanas todas


con avecillas todas y los cantos en nidales


abriendo a sonrisas su día en portadas de sol








En raudas caídas de plata y ensueños de un colibrí


iré a tu caza para saberte mía por siempre


entonando un soneto a la luz de la vida


nada hará sombra en el árbol.





Porque sois primavera


una coraza mía eternizando el susurrar a mis oídos


agua, tierra, sol, luna fuego, aire, irán


A la caza de una estancia que es tu voz…


PRIMAVERA ETERNA PRIMAVERA.





© Gloria Dávila Espinoza








*****

9.30.2008

Opiniões sobre a minha poesia

A las 4:26pm en el September 30th, 2008, lilian reinhardt dijo…
Manuel, magicamente belos, densos, líricos, significantes os seus poemas, nos encanta e inebria com a sua voz poética. Um grande abraço


A las 4:02pm en el September 30th, 2008, Tania Alegria dijo…
Companheiro Manuel Feliciano, considero um privilégio poder contar com a beleza dos teus versos na minha página. Felicitações pela forma e pelo conteúdo do teu poema.Espero que nos encontremos mais vezes nas veredas deste fórum.Muito obrigada pela tua presença e pelas tuas palabras.Um abraço amigo.Tania Alegria


las 4:01pm en el September 28th, 2008, Arabella Salaverry dijo…
Manuel querido:Me ha gustado mucho tu palabra..."Carregados de nadaComo peixes atadosÀs redes do tempo"Así nos sentimos muchas veces...Gracias por la magia de tu palabraArabella


A las 9:19pm en el September 29th, 2008, Nilza Amaral dijo…
Caro Manuel Luis.Belo poema,em nossa língua.Logo mandarei a você, uma crônica sobre o Rio, que eu amo de paixão,embora more em São Paulo.



A las 1:24am en el September 30th, 2008, Cintia Thomé dijo…
Grata. Encantada com sua Poesia e tua palavras. abraços Comentar de Vuelta Ver conversación...

9.28.2008

HINO DO PERU
Somos libres seámoslo siempre
y antes niegue su luces el sol
que faltemos al voto solemne
que la patria al eterno elevó,
Versos
Largo tiempo el peruano oprimido
la ominosa cadena arrastró;
condenado a una cruel servidumbre
largo tiempo en silencio gimió.
Mas apenas el grito sagrado
Libertad! en sus costas se oyó
la indolencia de esclavo sacude,
la humillada cerviz levantó.
Ya el estruendo de broncas cadenas
que escuchamos tres siglos de horror,
de los libres al grito sagrado
que oyó atónito al mundo, cesó.
Por doquier San Martín inflamando,
libertad, libertad, pronunció,
y meciendo su base los Andes
la anunciaron, también, a una voz.
Con su influjo los pueblos despiertan
y cual rayo corrió la opinión;
desde el itsmo a las tierras del fuego
desde el fuego a la helada región.
Todos juran romper el enlace
que natura a ambos mundos negó
y quebrar ese cetro que España
reclinaba orgullosos en los dos.
Lima, cumple ese voto solemne,
y, severa, su enojo mostró,
al tirano impotente lanzando,
que intentaba alargar su opresión.
A su esfuerzo saltaron los grillos
y los surcos que en sí reparó,
le atizaron el odio y venganza
que heredera de su Inca y Señor.
Compatriotas, no más verla esclava
si humillada tres siglos gimió,
para siempre jurémosla libre
manteniendo su propio esplendor.
Nuestros brazos, hasta hoy desarmados
estén siempre cebando el cañón,
que algún día las playas de Iberia
sentirán de su estruendo el terror.
Excitemos los celos de España
Pues presiente con mengua y furor
Que en concurso de grandes naciones
Nuestra patria entrará en parangón.
En la lista que de éstas se forme
Llenaremos primero el reglón
Que el tirano ambicioso Iberino,
Que la América toda asoló.
En su cima los andes sostengan
la Bandera o pendón bicolor,
que a los siglos anuncie el esfuerzo
que ser libres, por siempre nos dio.
A su sombra, vivamos tranquilos,
y al nacer por sus cumbres el Sol,
renovemos el gran juramento
que rendimos al Dios de Jacob.

Bandera del Peru

9.13.2008

Poema em homenagem a Glória Davila Espinoza

Solta-me os teus cabelos
Em raízes frescas da amazónia
De chão – pássaros de luz
A nidificarem-me os ombros
Por entre a folhagem dos dedos
E ventres olhares de esperança
Vem desaguar em mim como cataratas
Em tempo sem pele carcomida
Em relógios sem corda
Ser-me barco a correr-me
Na saliva da boca
Deixa-me tocar-te…
Em faunas e floras aquáticas
Inventar-te crianças
No barro do teu corpo
Ser-te água e chuva
Por entre teus caminhos de luas
Vem ser sal na minha boca
E pão dos índios feito sol
em: A m a z o n a s
U c a y a l i s
H u a ll a g a s
Vem ser-me planta sempre nova.



Manuel Feliciano

NA GUINÉ-BISSAU

Na Guiné-Bissau ressoam tambores
E os corpos rebolam-se no calor da savana
E dançam o sol e gritam a terra
Estendem os braços em ramos ao céu
E deixam que a chuva lhes caia
E há estrelas que rebentam por entre homens em fome
Derrubados por fora
E crianças em guerra que inventam
A carícia do veado comendo no prado
No canto do choro
De barrigas sepultadas na fome da noite
De mães que dão a carne e a água
Em forma de paisagem enternecida
Nos seios de seus corpos
E homens políticos e cépticos
Tem medo de percorrer essa paisagem
E atravessar a Guiné
Como quem atravessa a Quinta Avenida
Ao som de tambores e corpos torrados
E olhos que acendem a noite
De burocratas frustrados
Que não aguentam a luz estéril onde trabalham
Que não conseguem diluir-se em
Café com leite ao pequeno-almoço
E as lágrimas de crianças caiem-lhes no prato!



Manuel Feliciano